A A Federações partidárias: avanço ou oportunismo? Em 2026, alianças que reduziram na prática o número de partidos podem ser ainda mais comuns. Mas elas conduzem, de fato, à formação de blocos mais homogêneos do ponto de vista ideológico? Ou servem para ampliar o fisiologismo e as desigualdades políticas? Ainda recentes no cenário político brasileiro, as federações partidárias têm conseguido destaque no noticiário atual por conta de algumas negociações envolvendo legendas que têm interesses distintos: enquanto algumas buscam aumentar sua capilaridade e poder, outras buscam a sobrevivência diante das exigências das cláusulas de desempenho que ficarão ainda mais rígidas a partir das eleições de 2026. União Brasil e Progressistas, por exemplo, formam agora a União Progressista Brasileira, frente anunciada formalmente em agosto e ainda pendente de registro do Tribunal Superior Eleitoral. Com uma bancada de 109 deputados federais, 15 senadores, sete governadores e 1....